O que é a dissonância cognitiva?
A tensão que aparece quando o teu comportamento contradiz as tuas crenças — e porque é quase sempre a história que muda, não o comportamento. Uma definição curta e precisa.
A dissonância cognitiva é a tensão que aparece quando duas das tuas crenças — ou uma crença e o teu comportamento — se contradizem. Festinger deu-lhe nome em 1957; nasce porque a mente trata a incoerência como ameaça: o desconforto persiste até a contradição se resolver.
A resolução vem por uma de três vias — mudar a crença, mudar o comportamento ou meter uma explicação entre os dois. A terceira é a mais usada: o comportamento fica, a história muda. "O meu avô fumava todos os dias e viveu até aos noventa" não apaga o cigarro; apaga a tensão entre o cigarro e uma crença. Elogiar demais uma compra cara é o mesmo mecanismo: arrependimento gerido por narrativa.
A nuance: a dissonância não é fraqueza, é sinal — dois dos teus mapas deixaram de coincidir. A verdadeira pergunta é qual deles redesenhaste em silêncio.
Leitura relacionada: [O que são as distorções cognitivas?](/library/pt/o-que-sao-as-distorcoes-cognitivas)
No Arkhetia este conceito não fica numa definição — encontra-te nas tuas sessões, ligado a um momento da tua própria história.
Ler sobre um padrão é uma coisa. Ver onde ele governa a sua própria vida é outra. O Arkhetia trabalha com essas lentes — com você.
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